segunda-feira, 20 de maio de 2013

PAN Faro repudia captura aos cães de Ferragudo

Faro, 20 de Maio de 2013 Exm.º Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lagoa Exm.as/os Senhoras/es Vereadores da Câmara Municipal de Lagoa; O PAN é um partido inteiro, o único em Portugal que defende homens, animais e ambiente. O PAN Faro, tomou conhecimento deste caso através da ADAP - Associação de Defesa dos Animais de Portimão, e apoia a tomada de posição desta associação em relação aos animais da lota de Ferragudo. Como tal, e como o que aqui se passa é um problema de bem-estar animal, de saúde pública e ambiental, logo, engloba as três vertentes principais do PAN. Temos conhecimento que esta é uma situação que se arrasta desde há vários anos, onde por diversas vezes as entidades autárquicas locais (Câmara Municipal de Lagoa e Juntas de Freguesia locais), foram chamadas a tomar uma posição de resolução deste problema, sem que no entanto algo tenha sido feito. A Câmara Municipal de Lagoa na pessoa do seu Médico Veterinário Municipal, foram por diversas vezes questionados acerca deste assunto, e sempre o descartaram, com a desculpa fácil, de que os animais tinham donos e que estavam concentrados em terrenos privados. É de estranhar, que a desculpa que durante tantos anos serviu para a inércia destes responsáveis, seja agora facilmente ultrapassada, apenas porque um qualquer órgão de comunicação social, transmitiu num telejornal nacional, a notícia (falsa), de que um homem havia sido atacado pelos animais deste local. O PAN Faro defende que o problema da sobre população animal, deve ser solucionado através da esterilização dos animais, pois é a única forma de conter os nascimentos descontrolados, que dão origem aos abandonos e aos animais errantes, que se acabam por tornar um problema de saúde pública e ambiental. A forma arcaica utilizada pelo Município de Lagoa, que consiste na captura e abate dos animais, é uma prática que já não tem razão de existir nos países e municípios que se querem modernos, civilizados e desenvolvidos. A forma e a atitude louvável tomadas pela ADAP e por alguns cidadãos locais, que de forma voluntária tem tratado destes animais, devem ser louvadas e respeitadas, visto terem sido o garante da sustentabilidade de toda esta situação e responsáveis por esta não estar completamente fora de controlo. Posto isto, o PAN Faro solicita a V.Exas. se apresentem disponíveis para em conjunto com a ADAP e outros interessados, possam encontrar a solução mais adequada para este caso, sem que tenha de ser colocado em causa, todo o esforço e trabalho meritórios, que esta associação e outros cidadãos civilizados e compassivos têm tomado nos últimos anos. Por tudo o que aqui foi exposto, quer o PAN Faro mais uma vez, demonstrar todo o apoio a estes cidadãos, pois tal como eles, defende um mundo mais moral, ético e civilizado para todos. Pela Concelhia de Faro Marta Correia

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Eleição da Direcção Nacional do PAN

No próximo dia 20 de Janeiro de 2013 terá lugar a eleição da nova Direcção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza. A participação de todos os filiados com capacidade eleitoral é fundamental para o futuro do partido, pelo que contamos consigo! Consulte através do menu acima todos os documentos relevantes e caso tenha alguma questão não hesite em entrar em contacto connosco para geral@pan.com.pt Dando cumprimento ao número 5, do artigo 7º do Regulamento Eleitoral, publicamos por este meio, o elenco de candidatos que constituem as Listas A e B, bem como os respetivos Programas de Ação: Lista A Lista B http://pan.com.pt/eleicoes

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Vacadas e Garraiadas




Na tauromaquia são várias as modalidades de abuso de bovinos, tanto em âmbitos privados, como em espetáculos organizados para diversão, desde touradas até garraiadas, vacadas, etc.
Para quem não saiba do que se trata, pode informar-se por vídeo no YOU TUBE.

Sofrimento começa na captura e possível “preparação” do bovino para o espectáculo com acções, intervenções para enfraquecer o animal. Prossegue no transporte causador de pânico, claustrofobia, desgaste, até chegar à arena. O sofrimento prossegue aqui com susto, provocação por muita gente, ludíbrio por muita gente, violência física por muita gente, esgotamento anímico e físico, ferimentos (por vezes morte). Prossegue depois com mais violência na recolha, no transporte, etc.
Em algumas intituladas garraiadas, acontece o cravar de bandarilhas, farpas.

É fundamental argumentar científica, ética, cultural, socialmente ou seja, civilizadamente, para justificar o ponto de vista dos respeitadores dos animais e opositores da tauromaquia e, assim, contribuir para diminuir o sofrimento provocado pelo Homem sobre os animais não humanos.
É muito fácil rebater os argumentos do lobby tauromáquico, que para branquear o espectáculo cruel, faz uso de afirmações fantasiosas e não respeita o senso comum, a ciência e a ética.

Plantas são seres sem sistema nervoso, não sencientes e sem consciência.
Animais são seres dotados de sistema nervoso mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é perigoso e agressivo e doloroso. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa, ausentes nas plantas. Portanto, medo e dor são essenciais e condições de sobrevivência.

A ciência revela que a constituição anatómica, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.
As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento.
Eles são tanto ou mais sensíveis do que nós ao medo, ao susto, ao prazer e à dor.
Descobertas recentes confirmam que animais, muito para além de mamíferos, aves, polvos, são seres inteligentes e conscientes.
O senso comum apreende isto e a ciência confirma.

É, portanto, nosso dever ético não lhes causar sofrimento desnecessário.
"A compaixão universal é o fundamento da ética" - um pensamento profundo do filósofo alemão Arthur Schopenhauer.

Na tourada, o homem faz espectáculo e demonstração de arrogância, de poder, de "superioridade", mas também de crueldade, provocando, fintando, ferindo com panóplia de ferros que cortam, cravam, atravessam, esgotam, por vezes matam o touro, em suma lhe provocam enorme e prolongado sofrimento, para gozo de uma assistência que se diverte com o sofrimento de um animal nesta aberração designada por arte, desporto, espectáculo, tradição. O cavalo sofre enorme ansiedade, que por vezes lhe provoca a morte por paragem cardíaca, é incitado e castigado pelo cavaleiro para que enfrente o touro, sofre frequentemente ferimentos, que até lhe podem provocar a morte.


Mas nesta “arte” não são somente touros e cavalos que sofrem.
São muitas as pessoas conscientes e compassivas que por esta prática de violência e de crueldade se sentem extremamente preocupadas e indignadas e sofrem solidariamente e a consideram anti educativa, fonte de enorme vergonha para o país, lesivo de reputação internacional, obstáculo que dissuade o turismo de pessoas conscientes, que se negam a visitar um país onde tais práticas, que consideram "bárbaras", acontecem!
Muitos turistas aparecem nestes espectáculos por engano e por curiosidade.
De lá saem impressionados e pensando muito negativamente sobre o que presenciaram e sobre a gente portuguesa que, neste nosso permissivo país, tal coisa apoia.

Vacadas e garraiadas contribuem para insensibilizar, habituar e até viciar crianças e adultos no abuso cruel exercido sobre animais, o que pode propiciar mais violência futura sobre animais e pessoas.


Por isso, elas não devem sequer realizar-se onde já não são novidade e, muito menos, em sítios onde não existe tradição, como é o caso de Estoi, freguesia de Faro, na sua Feira do Cavalo.
A utilização de animais juvenis submetidos à violência de multidões, não pode ser branqueada como “espectáculo que não tem sangue e é só para as crianças se divertirem". Mesmo que não tenha sangue, é responsável por muito sofrimento dos animais. Contribui, certamente, para a perda de sensibilidade de pessoas, principalmente de crianças, e para o gosto pela cruel tauromaquia. É indissociável de futilidade, sadismo, covardia.
A brincar, a brincar, se viciam pessoas, como sabemos.
Até serve a estratégia dos tauromáquicos visando a manutenção e a expansão da tauromaquia.

Vasco Reis,
Médico veterinário
Membro do PAN
21.08.2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Comunicado do PAN Faro sobre os incêndios no Algarve

O Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) manifesta solidariedade aos habitantes dos municípios de S. Brás e Tavira, em especial a todos os que foram directamente afectados pelo incêndio que deflagrou na quarta-feira à tarde na Catraia, perto do Cachopo (Tavira) e que incidiu sobre uma área de 26442 hectares. O PAN saúda o esforço dos bombeiros e outros agentes da protecção civil, bem como autarcas que lutaram e evitaram que as consequências se tornassem mais pesadas, sobretudo em termos de danos pessoais. O PAN destaca ainda a enorme onda de solidariedade e voluntarismo de apoio aos Bombeiros e às comunidades afectadas pelo incêndio, promovida pela sociedade civil. Este fogo destruiu áreas de sobreiral, pinheiros, hortas, bem como casas, carros ou armazéns agrícolas. Além das perdas materiais, com enormes implicações na economia da região e sobretudo destas populações, houve também dramáticas perdas animais. Sem questionar a estratégia de combate a incêndios e a eficácia dos centros de decisão, que deverá ser avaliada após a divulgação dos respectivos relatórios das entidades competentes, o problema de fundo continua a residir no crescente abandono do interior da região e na falta de medidas que promovam essas zonas rurais ou que salvaguardem a paisagem florestal na ausência de população. Neste âmbito é essencial o reforço da vigilância e a modernização dos meios de alerta e detecção de fogos. O PAN que desde a sua fundação e no seu programa de acção promove a biodiversidade, a integridade ecológica e o seu potencial produtivo, salienta que os incêndios são igualmente potenciados pelas monoculturas florestais. Neste sentido, alerta-se que a recente proposta de permitir arborizar com qualquer espécie em pequenas parcelas agrava o problema e contraria a aposta numa mata de uso múltiplo e de espécies vegetais autóctones, modelo este tido como o mais equilibrado de exploração da paisagem florestal e garante de rendimentos diversificados e de fixação de população. Face à dimensão da área ardida, é essencial iniciar-se rapidamente a reposição dos solos e evitar a sua degradação com as primeiras chuvas, bem como agilizar os mecanismos e verbas disponíveis para apoio à reflorestação e ao tecido económico-social destas áreas rurais. O PAN, no âmbito da sua actuação e voluntarismo, disponibiliza-se desde já para participar e dinamizar campanhas de sensibilização e apoio aos proprietários na limpeza, reposição ou replantação dos seus terrenos.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

10 de Junho - Dia de um Novo Portugal Há que recriar um país das cinzas do consumismo, da televisão, do futebol, dos centros comerciais, da corrupção e das clientelas partidárias, do euromilhões, da conversa de treta e da vidinha triste, da ganância dos bancos e da opressão alemã, dos maus-tratos aos animais e da destruição da natureza, das mafias políticas, económico-financeiras, tauromáquicas e outras, e sobretudo do dizer mal de tudo isto e não fazer nada de diferente! Há que recriar um país solidário, um país onde estejamos em paz connosco, com os seres vivos e com o planeta. Um país irmão de todos os povos e de todos os seres. Um país empenhado em dar o seu melhor por um Mundo Novo, com alternativas culturais, sociais, políticas e económicas mais éticas. Se tens a sã loucura de acreditar que esse país é possível e a santa ousadia de embarcares nesta aventura, junta-te a outros loucos como tu neste 10 de Junho, às 19h, no Jardim da Estrela. Há uma nova nau que vai partir para uma outra Índia, a de uma consciência cívica desperta e activa. Está na altura de refundar Portugal em torno de uma bandeira com as cores de todo o universo.

quarta-feira, 21 de março de 2012

O PAN Faro, apoia sétima edição da ação ecológica “Limpar a Ria Formosa”.

Este evento, que teve início em 2006, através da iniciativa “Operação Barrinha”, promovida, na altura, pelo Clube de Surf e Faro, tem vindo a crescer e a ganhar grande dimensão, com a participação ativa e voluntariosa dos cidadãos e dos parceiros. Prova disso são as cerca de quatro dezenas de entidades (públicas, escolas, empresas e associações) que já se juntaram a esta causa cívica e que irão recolher resíduos no próximo dia 24 de março.

A ação irá decorrer em três zonas de intervenção, das 09:00 às 13:30:

Zona de Intervenção 1 – Praia de Faro, barrinha e ilhotes
Concentração: 9h00 / Local: Centro Náutico da Praia de Faro

Zona de Intervenção 2- Cidade de Faro
Concentração: 9h30 / Local: Doca – Ginásio Clube Naval de Faro

Zona de Intervenção 3- Praia do Farol
Concentração: 10h00/ Local: Associação da Ilha do Farol

Recomenda-se a todos os cidadãos que queiram participar que, face à previsão de um dia de sol, usem chapéu e protetor solar. Luvas, roupa e calçado confortável, água e farnel são também indispensáveis para este dia.

Junte-se a esta causa. Ajude-nos a contribuir para uma Ria Formosa mais limpa
Inscrições: centronauticofaro@cm-faro.pt
Tel./Fax.: 289 819 348

terça-feira, 6 de março de 2012

Petição pela substituição da experimentação animal por alternativas

O PAN acaba de lançar uma petição pela substituição da experimentação animal por alternativas, com a qual pretende levar este importantíssimo assunto à Assembleia da República. A utilização de modelos animais na investigação é cruel, desnecessária, perigosa e ultrapassada: ajude-nos a fazer dela uma coisa do passado em Portugal!



http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=experani